PLASTICS IN THE ANTARCTIC ENVIRONMENT: ARE WE LOOKING ONLY AT THE TIP OF THE ICEBERG?

The available literature on marine debris and its impacts in the sub-Antarctic Islands, the Antarctic Peninsula and on the coasts of Antarctica was organized and interpreted here. A total of 98 documents covering from 1982 to 2010 were found and 95% had their full contents accessed. Seventy document...

Full description

Bibliographic Details
Main Authors: Ivar do Sul, Juliana Assuncão, Barnes, David K. A., Costa, Monica F., Convey, Peter, Costa, Erli S., Campos, Lúcia S.
Format: Article in Journal/Newspaper
Language:Portuguese
Published: Programa de Pós-Graduação em Ecologia 2017
Subjects:
Online Access:https://revistas.ufrj.br/index.php/oa/article/view/8117
Description
Summary:The available literature on marine debris and its impacts in the sub-Antarctic Islands, the Antarctic Peninsula and on the coasts of Antarctica was organized and interpreted here. A total of 98 documents covering from 1982 to 2010 were found and 95% had their full contents accessed. Seventy documents were on line scientific abstracts from the Commission on the Conservation of Antarctic Marine Living Resources (CCAMLR). The occurrence of marine debris in the Antarctic environment, fur seals entanglement in marine debris, interactions between seabirds and marine debris and long range transport of benthos on floating plastics were the main issues discussed. Fishing operations in the Southern Ocean were identified as the major source of marine debris, but according to the type of debris reported, plastics from lower latitudes may also cross the Polar Front (PF). Possible links between Antarctic and South America, the closest intercontinental connection, in relation to plastic marine debris pollution are highlighted. As reported for lower latitudinal gradients, plastic pollution is an important problem to the Antarctic environment. However, specific and detailed works are necessary since our current knowledge probably expose only a small part of the real problem. Concerning this sort of pollution in the Antarctic marine and coastal environments, we may be looking solely at the tip of iceberg. PLÁSTICOS EN EL ECOSISTEMA ANTÁRTICO: ¿SERÁ QUE ESTAMOS VIENDO SOLAMENTE LA PUNTA DEL ICEBERG? En este trabajo fue organizada y interpretada la literatura científica relacionada con la presencia y los impactos de basura marina en islas sub-antárticas, en la Península Antártica y en la costa del continente Antártico. Fueron encontrados un total de 98 documentos, publicados entre 1982 e 2010, de los cuales se tuvo acceso a la totalidad del documento en el 95% de los casos. Setenta documentos son resúmenes científicos de la Comisión para la Conservación de los Recursos Marinos en la Antártica (CCAMLR, en inglés) disponibles para consulta en internet. La ocurrencia de basura marina en el ecosistema Antártico (principalmente en playas arenosas), el enredamiento de lobos marinos en diferentes ítems de basura, interacciones (ingestión, enredamiento y ocurrencia de basura en áreas de nidificación) entre aves marinas y la basura, y el transporte de organismos bentónicos en plásticos flotantes fueron los asuntos más abordados en los documentos analizados. Operaciones de pesca en el Océano Atlántico Sur fueron identificadas como la mayor fuente de basura para el ambiente, pero plásticos originados en menores latitudes también fueron identificados, indicando transporte a través del Frente Polar (PF, en inglés). También se abordan y se discuten en este trabajo, posibles links entre la Antártica y América del Sul, la conexión más próxima intercontinental, en relación a la contaminación por plásticos. Como es reportado para gradientes latitudinales menores, la contaminación por plásticos es un problema relevante para el ecosistema Antártico. Sin embargo, estudios más específicos y detallados son necesarios ya que el conocimiento actual representa, probablemente, solo una pequeña parte del verdadero problema. En relación a este tipo de contaminación en los ambientes marinos y costeros del ecosistema Antártico, posiblemente estamos viendo solo la punta del iceberg. Palabras clave: Especies exóticas; A. gazella; Procellariiformes; hilos de nylon; fragmentos plásticos. PLÁSTICOS NO ECOSSISTEMA ANTÁRTICO: SERÁ QUE ESTAMOS VENDO SOMENTE A PONTA DO ICEBERG? A literatura científica relacionada à presença e aos impactos do lixo marinho em Ilhas Sub-Antárticas, na Península Antártica e na costa do continente Antártico foi organizada e interpretada neste trabalho. Um total de 98 documentos, publicados entre 1982 e 2010, foi encontrado e 95% tiveram seu conteúdo acessado integralmente. Setenta documentos são resumos científicos da Comissão para a Conservação dos Recursos Marinhos na Antártica (CCAMLR, em inglês) disponíveis para consulta na internet. A ocorrência de lixo marinho no ecossistema Antártico (principalmente praias arenosas), o enredamento de lobos marinhos em itens do lixo, interações (ingestão, enredamento e ocorrência de lixo em áreas de nidificação) entre aves marinhas e o lixo, e o transporte de organismos bentônicos em plásticos flutuantes foram os assuntos mais abordados nos documentos analisados. Operações de pesca no Oceano Atlântico Sul foram identificadas como a maior fonte de lixo para o ambiente, mas plásticos originados em menores latitudes também foram identificados, indicando transporte através da Frente Polar (PF, em inglês). Possíveis links entre a Antárticae a América do Sul, a mais próxima conexão intercontinental, em relação à poluição por plásticos também estão destacados e discutidos neste trabalho. Como reportado para menores gradientes latitudinais, a poluição por plásticos é um problema relevante para o ecossistema Antártico. Entretanto, estudos mais específicos e detalhados são necessários já que o conhecimento atual representa, provavelmente, só uma pequena parte do verdadeiro problema. Em relação a este tipo de poluição nos ambientes marinhos e costeiros do ecossistema Antártico, nós estamos possivelmente vendo somente a ponta do iceberg. Palavras-chave: Espécies exóticas; A. gazella; Procellariiformes; linhas de nylon; fragmentos plásticos.